quinta-feira, 31 de março de 2011

FILME: Sucker Punch

"Sucker Punch - Mundo surreal" 


Estreou dia 25/03/11 aki no Brasil. Ao desovar nas salas de cinema a aventura ambientada no inconsciente de uma paciente chamada Baby Doll (Emily Browning) manicomial  lobotomial preste a ser lobotomizada. 


Sinopse: Feche os olhos. Abra sua mente. Você não estará preparado. Sucker Punch é uma fantasia épica de ação que nos apresenta a imaginação fértil de uma jovem garota, cujos sonhos são a única saída para sua difícil realidade em um hospício. Isolada dos limites de tempo e espaço, ela está livre para ir onde sua mente levar, porém, chega o momento em que suas incríveis aventuras quebram o limite entre o real e o imaginário, trazendo consequências trágicas.

Sweet Pea (Abbie Cornish), Rocket (Jena Walone), Blondie (Vanessa Hudgens) e Amber (jamie Chung)




"Se você não morreria por uma causa, então você


 não


 tem nenhuma causa para viver!"
(Sucker Punch - Mundo Surreal)

Na trama, Baby Doll vai parar num hospício ao reagir aos abusos sexuais do padrasto. Agressiva, ela é internada ao lado de quatro meninas, Sweet Pea (Abbie Cornish), Rocket (Jena Walone), Blondie (Vanessa Hudgens) e Amber (jamie Chung), todas supervisionadas pelo sádico Blue Jones (Oscar Isaac).


 Num ambiente de repressão, retratado numa linguagem lisérgica, Baby Doll promove uma fuga da realidade imaginando dois planos diferentes: em um, é escrava sexual em um cabaré; no outro, é uma Valquiria moderna, enfrentando monstros sob as ordens de um ancião, o Sabio vivido por Scott Glenn, de filmes marcantes dos anos 1970 e 1980, como "Caubói do asfalto" e "Silverado".


Alguns cientistas costumam dizer que, o que separa os seres
humanos dos outros animais é a capacidade de pensar e
utilizar o cérebro de uma maneira mais completa.
Entre essas
atribuições exclusivas dos humanos, está a imaginação. Uma
 arma poderosa, como você bem sabe. Quem nunca se
imaginou num outro mundo, fazendo coisas impossíveis? Ou
 então, quem nunca se imaginou vivendo naquele game que
 joga, no livro que lê ou no filme que assiste? Realmente, a
imaginação é poderosa, e pode nos fazer, também, superar
 problemas mais sérios.


“Sucker Punch” é divertido, visualmente agradável, sonoramente interessante e, o melhor de tudo, assumidamente ingênuo. Sem a maturidade forçada de “Watchmen”, o novo filme de Snyder é bom exatamente pelo que se propõe, sem surpresas e falsas ambições. Para seus próximos projetos, entre eles o novo “Superman”, acreditar na capacidade do público para entender narrativas um pouco mais ousadas e equilibrar os recursos de câmera lenta são pontos que podem lhe garantir 10 estrelas.


Para coroar seus êxitos, a trama de “Sucker Punch” é embalada por uma trilha sonora minuciosamente selecionada para parecer pop, como toda a narrativa, sem ser popular. Björk, Emiliana Torrini e Queen são os nomes mais conhecidos em sua composição. A própria Emily Browning, protagonista da história, surpreende cantando “Sweet Dreams”, sucesso dos anos 80 do duo britânico Eurythmics.


Os olhos da personagem Madame Gorski (Carla Gugino), que é a psiquiatra e dona do cabaret, estão sempre bem carregados, tentando impor uma figura dominadora.

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